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De acordo com o Ministério da Saúde, a Leishmaniose Visceral Canina é endêmica em 76 países e, dos casos registrados na América Latina, 90% ocorrem no Brasil

Elanco participa de Simpósio Internacional de Leishmaniose Visceral Canina que acontece nos dias 25 e 26 de novembro e reúne especialistas e estudos sobre a segunda doença parasitária que mais mata no mundo.

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Tatiana L. R. Pavan, médica-veterinária e Consultora Técnica da Elanco Saúde Animal - Foto e texto: Assessoria

A Elanco Saúde Animal participa, nos próximos dias 25 e 26 de novembro, do Brasileish – Simpósio Internacional de Leishmaniose Visceral Canina, que acontece em Belo Horizonte (MG). A empresa é patrocinadora diamante do evento, com o maior portfólio de parasiticidas do mercado, incluindo opção para a prevenção da doença, considerada uma zoonose, isto é, que pode ser transmitida para animais e pessoas.

O Brasileish tem como objetivo a orientação e pesquisa sobre a leishmaniose na medicina veterinária no país. O princípio do evento é a defesa e respeito à vida humana e animal, pautados em valores éticos e científicos e no conceito “Saúde única”. Para isso, propõe atividades, com a participação da comunidade veterinária e científica, para informação e esclarecimento e atualizações sobre a doença em seus diversos aspectos.

A Elanco terá um estande para apresentação do seu portfólio, com produtos como o Advantage™ Max3 para Cães, uma solução de aplicação tópica mensal que, além de matar pulgas e carrapatos por contato, o que significa que os parasitas não precisam picar o cão para serem afetados pelos princípios ativos, também repele e mata os mosquitos transmissores de doenças graves como a leishmaniose e a dirofilariose. O produto é indicado para cães de todos os portes e filhotes a partir de sete semanas de idade.

“Temos estudos que comprovam a elevada eficácia de Advantage™ Max3 como uma solução repelente e inseticida para a prevenção da leishmaniose, assegurando a saúde do cão e de todos que fazem parte da família”, destaca Tatiana L. R. Pavan, médica-veterinária e Consultora Técnica da Elanco Saúde Animal

“Estar nesse evento e poder somar forças para ampliar o conhecimento sobre como tratar e, principalmente, prevenir esta doença é muito gratificante. A Elanco contribui com a ferramenta mais importante para o controle da leishmaniose, que é a prevenção. Além disso, contamos com a força do Elancovets, que já é um ponto importante de apoio para os médicos-veterinários de todo o Brasil”, comenta Roberta Paiva, gerente de marketing de Pet Health da Elanco Brasil.

 

Sobre a leishmaniose – A transmissão da doença ocorre quando a fêmea do mosquito infectado pica pessoas ou cães, transmitindo o protozoário causador da leishmaniose visceral. O inseto é denominado flebotomíneo e conhecido popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, entre outros. No Brasil, a principal espécie responsável pela transmissão é a Lutzomyia longipalpis.

De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é endêmica em 76 países do mundo e, dos casos registrados na América Latina, 90% ocorrem no Brasil. Segundo a organização humanitária internacional, Médicos Sem Fronteiras, trata-se da segunda doença transmitida por parasita que mais mata no mundo. Para Tatiana, é fundamental compreender que a leishmaniose visceral tem evolução crônica, acometimento sistêmico e, se não tratada, pode levar a óbito em mais de 90% dos casos.

Os principais sintomas nos seres humanos infectados por esta zoonose são a alteração do estado geral, febre, palidez, redução da força muscular, perda de peso e aumento das vísceras – principalmente do baço e do fígado. “Em cães infectados, os sinais são muito variáveis, desde a ausência de sintomas até manifestações sistêmicas graves. Podemos destacar o emagrecimento, apatia, febre, falta de apetite,

crescimento excessivo das unhas e lesões na pele; no entanto, como muitos sintomas são inespecíficos, é comum o retardo no diagnóstico. Em razão disso, é necessária minuciosa investigação para diagnosticar o quanto antes”, explica Tatiana.

“Orientamos que os tutores dos pets levem seus animais a consultas periódicas ao médico-veterinário e, que estejam atentos ao uso de antiparasitários para a prevenção tanto da leishmaniose como de outras doenças. A leishmaniose visceral é uma doença grave e negligenciada. Existe tratamento para humanos, disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e somente em 2016 houve a aprovação de um medicamento específico para o tratamento de cães, principal hospedeiro do parasita em área urbana, como destaca o Ministério da Saúde. No entanto, o tratamento ainda é caro e a prevenção e o cuidado com seu pet são sempre o melhor caminho”, completa Tatiana.

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